Desempenho térmico em paredes de alvenaria convencional

Referencia Apresentador Autores
(Instituição)
Resumo
Vn12-001
Alice Mendonça Silva Bastos, J.d.(Centro universitário de Anápolis); Silva, A.M.(Centro Universitário de Anápolis); PORFIRO, L.D.(Centro Universitário de Anápolis); SILVA, A.M.(UNIEVANGÉLICA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ANÁPOLIS); Holanda, A.C.(Centro Universitário de Anápolis); de Sousa, S.A.(Centro Universitário de Anápolis); Maia, L.G.(Centro Universitário de Anápolis); Rodrigues, E.d.(Centro Universitário de Anápolis); As mudanças climáticas que vem ocorrendo no mundo tem trazido uma responsabilidade a mais para sociedade que é a de buscar formas alternativas de se economizar energia, seja em utilização pessoal, em processos construtivos ou em manufaturas. Diante desse fato, o estudo sobre conforto térmico tem se tornado importante, pois é a partir de estudos desta natureza que poderão ser propostas novas alternativas em processos construtivos que contribuam para aumentar o conforto térmico de residências. Neste sentido, uma das formas de melhorar essa condição é a escolha do material empregado na fase de construção. De acordo com a NBR 15220 (ABNT, 2003), existem vários tipos de isolantes térmicos como: isolantes fibrosos, poliestireno, espuma de poliuretano, concreto celular, agregado leve, entre outros, que podem de acordo com suas propriedades amenizar a troca de calor entre o ambiente externo e interno. Neste trabalho realizou-se um ensaio, utilizando duas paredes de 1 m², sendo uma com reboco simples e outra com reboco com agregado de vermiculita expostas ao Sol, tendo como referência a NBR 15575 (ABNT, 2013). Utilizou-se também uma placa de arduíno com sensores de temperatura que coletaram dados da variação da temperatura das paredes na presença do Sol. Ao obter os resultados observou-se que a parede com menor emissão de calor foi a que continha reboco com vermiculita, com isso foi feita uma análise de desempenho térmico mais aprofundada em ambas as paredes, seguindo exemplos da NBR 15220 (ABNT, 2003) para calcular resistência térmica e transmitância térmica. Observou-se que a parede de vermiculita apresentou um fluxo de calor menor do que o encontrado para a parede de reboco simples. As duas paredes tiveram desempenho maior do que o estabelecido pela NBR 15575-1 (NBR, 2013) e atenderam aos requisitos da NBR 15575-4, portanto ambas responderam bem as normas de desempenho térmico com resultados satisfatórios. Estudos posteriores podem indicar a viabilidade econômica da vermiculita e seu impacto na diminuição de consumo de energia elétrica para refrigeração de residências.
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